Sendo uma doença rara, pode acontecer que os médicos durante toda a sua prática clínica, nunca venham a observar nenhum destes doentes! Assim, pode levar alguns anos até que uma criança afetada, mesmo com queixas evidentes, saiba que tem MPS II.
Por outro lado, quem vê um caso, nuca mais o esquece. Isto porque o aspeto físico, da cabeça e até do corpo, é bastante evocativo.
Nas formas mais leves podemos apenas observar baixa estatura, problemas nas válvulas cardíacas ou nos ossos. Nas formas de apresentação na criança pequena realça-se o aspeto físico, com feições diferentes das dos pais, atraso de crescimento, problemas cardíacos, afetação óssea e da mobilidade articular, infeções das vias respiratórias com problemas do sono, aumento dos órgãos abdominais (fígado e baço), presença de hérnias, epilepsia e dificuldades de aprendizagem.